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Noções sobre reprodução selectiva

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Miguel Andrade

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MensagemAssunto: Noções sobre reprodução selectiva   Dom 06 Fev 2011, 18:07Responder ao tópico

Resolvi abrir este tópico na secção em causa, porque me pareceu a mais adequada para o fazer, uma vez que o fórum não possui uma área " geral " para os denominado vivíparos ( nem é obrigatório ou indispensável que ela exista, muito pelo contrário ).
Convinha começar por deixar bem claro que esta mensagem deve ser lida como um alerta apenas. Ainda assim custou-me muito decidir avançar com este tópico, pois certamente irei ferir algumas susceptibilidades e os grupos de opinião do costume sentir-se-ão provavelmente afrontados.
Quando li o interessante artigo " Xiphophorus maculatus - Xiphophorus variatus, O Platy; por Rosário Arijón ", para além de algumas imprecisões ( que não vou de forma alguma rectificar, sob pena de ler dos meus amigos algo como « tinhas que ser o mesmo chato e inconveniente de sempre... o que é que isso importa para quem tem 2 ou 3 Platies num aquário comunitário ?... isso é para quem leva os peixes mesmo a sério » ), vieram-me de imediato à memória as questões do costume.
É precisamente por essa razão que resolvi avançar com um alerta. Quando escrevemos algo como este interessante artigo, devemos tentar a separação entre o trigo e o joio. Em qualquer artigo sério sobre Poeciliídeos não nos devemos envolver demasiado com uma determinada tendência, sobretudo quando a imparcialidade impõe que sejamos mais neutros.
Não havendo algo como uma conduta de ética em aquariofilia, convém que, de tempos a tempos alguém escreva umas coisas para fazer pensar.
Na última edição da "newsletter " da GLASER, li algo que vai totalmente ao encontro daquilo que penso há muitos anos - os ovovivíparos têm sido a coluna dorsal da aquariofilia, a qual seria impensável sem o contributo do Guppy, das Molinésias, do Platy e do Espada, sendo que actualmente há no entanto duas correntes emergentes; uma dedicada às formas " selvagens " ( difíceis, senão mesmo impossíveis de encontrar no mercado ), e uma outra, dedicada a desenvolver novas formas de coloração não naturais, graças à facilidade com que surgem indivíduos mutantes em quase todas as espécies de Poeciliídeos.
A busca de variedade domésticas com as tradicionais barbatanas anormalmente longas e os corpos disformes ( como as Molinésias balão ou Platy " stubby body ", por exemplo ), está a cair em desuso, nomeadamente entre uma parte dos industriais da produção em massa em algumas das tradicionais fontes de peixes para o comércio.
Infelizmente outros fornecedores do mercado com grande peso na indústria ainda não o perceberam ou simplesmente não adoptaram esta nova vaga porque talvez a procura no respectivo segmento a isso os obrigue.
E a procura somos nós, consumidores.
A nova tendência são as formas anatomicamente conformes com os animais selvagens mas com coloração tão exótica que tais peixes não sobreviveriam muito tempo na natureza. Entre os maiores produtores na Ásia, tais novas propensões - impostas por um mercado que não o nosso certamente - denominam-se " ancient ".
Estas atractivas variedades para o sentido de estética humano, possuem a vantagem de manterem a harmonia com a evolução natural, mas serem simultaneamente diferentes de tudo o que a natureza produz, sendo inclusivamente variedades mais resistentes às pressões impostas pelo cativeiro e pela manipulação a que são submetidos os peixes de aquário ( inúmeras capturas ao longo da sua vida, condições físico-químicas muitas vezes adversas, desrespeito pela sua biologia, alimentação pobre ou distinta da dieta considerada equilibrada, etc ).
Estas novas variedades possuem ainda a vantagem de preservarem alguma das ancestrais características, como a possibilidade de um macho dominante se evidenciar dos de hierarquia inferior através de nuances no colorido... uma forma de mensagem impossível de transmitir nas valorizadas variedades comuns de aquário, desenvolvidas no século passado, em que a cor é fixa e imutável.
Como escrevi, não deixa de ser um contraste em relação ao que é natural, mas é sem dúvida mais sustentável à luz do que a ética, as novas tendências de respeito pela natureza e mesmo o humanismo defendem.
Infelizmente para nós, não são os povos do Sul da Europa, os da América Latina ou os da Ásia que estão a fazer mudar a inclinação do mercado. São os povos Nórdicos, os da Europa Central e cada vez mais, mesmo os Norte-americanos, que se assumem como a locomotiva da mudança de atitude e da transformação das mentalidades.
Não quero com isto que me vejam como um fundamentalista da tendência marcadamente dedicada às formas " selvagens " ( embora seja essa a minha opção conscientemente assumida ).
Também não venho com este tópico criticar os milhões de aficionados pelas formas aberrantes e anti-naturais de barbatanas anormalmente desenvolvidas ou corpos atarracados, caso contrário tinha começado logo pela área dedicada ao Guppy. Não estou por essa razão a pôr em causa os concursos, os padrões impostos pelas associações e sociedades que se dedicam a essa prática, ou qualquer tipo de rotina selectiva dos animais com base em paradigmas não naturais.
Contudo confesso igualmente não conseguir aceitar e compreender como lógicos ou humanamente honestos alguns resultados finais, como um determinado macho estar impossibilitado de cumprir a sua função reprodutiva devido a barbatanas anormais ( e por isso ter que perpetuar a sua linhagem através da inseminação artificial ), ou as variedades de corpos deformados ( aos meus modestos olhos aberrantes e desconformes com todas as ideias que me possam ocorrer sobre a vantagem / benefício que advêm para os indivíduos, devido a um corpo assim deformado ), entre outras mais " leves ".
Apenas quero abrir um debate sereno, caso tenham interesse ( e coragem para abordar certos assuntos ), promovendo a troca de ideias.
É bom cultivar o pluralismo com civilidade e é da troca de pontos de vista que nasce a luz.
Apesar do que escrevi anteriormente, não posso no entanto deixar escapar uma chamada de atenção que certamente importará mesmo para quem tem 2 ou 3 Platies num aquário comunitário mas é curioso.
Atenção porque raros são os peixes das fotos que constam do artigo da colega Rosário Arijón que se podem denominar Xiphophorus variatus ( talvez mesmo nenhum ). É que para se obterem determinadas formas e cores nas variedades de aquário, foi necessário promover cruzamentos entre os Platies, Caudas de Espada e Variatus entre si.
Não sou eu que o digo, os exemplos estão à disposição de quem os quiser ler na bibliografia sobre estes peixes, nos artigos científicos e até na Internet... mas alguns são tão evidentes que não escapam ao olhar atento dos mais observadores.
Pensem em tudo o que acabo de escrever.

Um abraço

Miguel Andrade
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fjcb

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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Qui 24 Fev 2011, 12:41Responder ao tópico

Boas Miguel,
bem já tinha lido o tópico mas andava aqui a digerir a informação e agora estive a ler de novo...
antes de mais há uma zona Geral para os vivíparos, logo quando entras no forum Viviparos tens a zona Geral Smile ...
- Tenho uma opinião tanto ou quanto idêntica à tua no que toca à manutenção das espécies animais, não só no que toca a vivíparos mas como em geral...houve em tempos linhagens que me seduziam e andei com a loucura de encontrar e manter uma pelas cores que apresentavam ou apenas porque desconhecia a beleza de espécies "naturais"...no entanto não critico que opta por esta vertente da aquariofilia...
- realmente sem os ditos peixes dos iniciantes provavelmente muitos perderiam a paixão pela aquariofilia e ainda é isso que muitos têm de compreender neste pequeno espaço (Portugal). A importância dos ovovivíparos na "sociedade aquarófila"...
-Ainda por fim, quanto ao artigo estou a dar a volta a todas as "fichas" aqui na área, mas como sabes, o tempo corre não anda..e conto com as tuas preciosas informações e mesmo correcções para melhorar todos os aspectos...
Mais uma vez quero felicitar as tuas participações aqui no forum que em tanto elucidam...
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Miguel Andrade

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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Sab 26 Fev 2011, 19:56Responder ao tópico

Olá Fábio,

Estás coberto de razão.
Podia ter de facto escrito este tópico na área geral dos vivíparos, até ficava com mais " visibilidade " e tudo.
Deixa lá, não me leves a mal, são percalços de " maçarico " ( Santa inexperiência a minha ).
Com as tuas permissões de moderador, fazias um grande favor a todos se te fosse possível mudar este tópico para o sítio certo.
Conta comigo para te ajudar nas fichas daquelas espécies sobre as quais possuo conhecimento suficiente para colaborar.
A tua intervenção prestava-se a uma autêntica dissertação académica.
Resumidamente, era no entanto essencial alertar para o cerne da questão e não para o acessório.
De facto há muitos argumentos extremamente válidos contra as linhagens domésticas, mas sobretudo objecções científicas e éticas contra a forma como as selecções artificiais de reprodutores são praticas, em particular pelos amadores e pequenos reprodutores, ou seja, nós !... comuns mortais e aquariófilos com menos de 100.000 litros de água geridos.
Não vou entrar por aí por duas razões;

a) Já estou a ficar muito " velho " e acomodado para me envolver em causas pelos Direitos dos animais, particularmente ao nível da aquariofilia, onde a mensagem contra as linhagens não passa.
Temos que considerar o facto da esmagadora maioria dos nossos colegas apreciarem os peixes com a " leveza " de quem tem uma meia dúzia de aquários ( quando não apenas um ) e a aquariofilia não será nunca algo mais do que um passatempo " ligeiro ".

b) As " experiências genéticas " feitas em casa, de forma amadora, artesanal e completamente inocente, não são crime nem podem ser comparadas às atrocidades que são cometidas por alguns industriais ou gente que usa modernas técnicas laboratoriais, as quais não estão ao alcance do curioso que tenta brincar às linhagens no nosso nível.

Assim sendo, clarifico e deixo claro, que não sendo um fanático pelo lema « o que é natural é que é bom », progressivamente abandonei as variedades domésticas ( sem dívida mais " bonitas " ), optando, sempre que possível, pelas originais, ou seja, peixes não adulterados pelo homem ( mas não obrigatoriamente selvagens, isto é, capturados na natureza ).
Não estou a sugerir que todos tenham aptidão para fazerem o mesmo, mas ficaria muito feliz se pensassem um dia sobre esta possibilidade e, pelo menos alguns, adoptassem essa prática ( as razões são tão óbvias e tantas que me vou abster de as enumerar ).
A indústria tem que existir sim senhor. Há pelo menos meio século que já estava na altura de reduzirem as capturas na natureza, ao mínimo indispensável, e não fazer disso quase norma.
O que continuo a contestar são as aberrações.
Considero pessoalmente uma aberração, sempre que um indivíduo de uma determinada espécie apresenta, flagrantemente, " novidades " ou singularidades fisionómicas que não se encontram nos indivíduos selvagens.
Não se incluem nesta minha opinião os padrões coloridos, isto é, linhagens criadas em cativeiro com coloração completamente diferente da dos respectivos antepassados.
O que contesto são colunas vertebrais disformes, corpos " encolhidos ", barbatanas " descomunais ", olhos salientes, " ponpons ", bossas onde elas não existiam, barbatanas a menos... enfim, todo aquele pavoroso espectáculo que nos deveria envergonhar, em primeiro lugar como seres humanos e em segundo lugar como aquariófilos.
A prática responsável do nosso passatempo, não é apenas o cuidado com a adequação dos parâmetros físico-químicos e ambientais aos seres vivos mantidos num aquário ( ou lago ).
Não basta escolher bem uma comunidade de peixes compatíveis ( seja lá o que isso for ) nem ter todo o cuidado em proporcionar-lhes a água, a temperatura, a iluminação, a dieta, o espaço disponível, o tipo de ambiente recriado ( leia-se decoração para alguns ) ou a correcta composição da flora e dos invertebrados incluídos nesse meio.
É obviamente impensável convencer as pessoas de que, pelo facto daquela espécie de peixes em particular ter evoluído numa água turva ( da cor do chá com leite ), que o seu aquário deva imitar o ambiente natural ao ponto de não ser ver mais do alguns centímetros para lá do vidro.
Mas é urgente e indispensável explicar-lhes que:

a) Como consumidores, não devem adquirir animais geneticamente modificados, híbridos ou linhagens com anomalias morfológicas ( ver a minha definição acima exposta ).

b) Como aquariófilos conscientes e sérios, devem informar-se ( acto contínuo, não basta no início ou " quando dá mais jeito apenas naquela altura tal " ).

Um aquariófilo consciente e informado não manterá nem seleccionará uma linhagem com a barbatana caudal " em forma de véu ", pois terá compreendido ( e lido ) os efeitos potencialmente dolorosos, nefastos, perniciosos e prejudiciais para a saúde o peixe ( com complicações tanto ao nível da coluna vertebral, como para a sua mobilidade ), os quais se agravam muito com a idade.
O problema, meu caro Fábio ( e amigos que lerem esta mensagem até aqui ), é que os peixes não gemem de dor nem choram, pois algumas destas " desumanidades " que tanto prazer dão a alguns orgulhosos criadores e seus clubes, são equivalentes para os nossos animais de " estimação " aos problemas de saúde causados pelos pés de lótus, nas mulheres na antiga China - http://www.clinicaecirurgiadope.com.br/index.php/historia-2 ( vão descendo para verem as fotos, mas não o façam se são impressionáveis ).
Pensem nisto, se realmente estimam os vossos peixes.
Espero que compreendam onde quero chegar ao separar o trigo, das linhagens com o objectivo de modificar apenas a cor, do joio as linhagens que seleccionam peixes com anomalias morfológicas ( leia-se monstruosidades ).


Um forte abraço

Miguel Andrade

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Fernando Bagatelas

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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Sab 26 Fev 2011, 22:54Responder ao tópico

Boas Miguel

Mais um exelente topico, é sempre um prazer ler o que escreves.

Gostei tambem do artigo sobre os pes de Lótus, ja ha muito tempo que tinha conhecimento sobre estas praticas na China antiga, mas nunca tinha visto o resultado final, é impressionante como os pés ficavam.


Um abraço
Fernando Bagatelas

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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Dom 27 Fev 2011, 02:36Responder ao tópico

Viva Miguel

Li e gostei das ideias apresentadas acho que a conversa assim é que se chega a algum lado

É um dos topicos que vou gostar de acompanhar e a certa altura opinar, quando sentir que tenha algo mais a acrescentar

Abraço
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Cláudia Araújo

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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Dom 27 Fev 2011, 11:32Responder ao tópico

Excelente tópico e discussão!!
Continuem que estou a gostar de acompanhar.

Movi o tópico para a área apropriada e assinalada pelo autor.

Abraços
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Miguel Andrade

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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Dom 06 Mar 2011, 02:08Responder ao tópico

Obrigado Cláudia !!! Wink

Rodolfo e Fernando, também fico grato pelo vosso incentivo.
Um dia destes trago mais novidades a este tópico... para estimular a troca de opiniões e ideias Cool


Um abraço

Miguel Andrade
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denilson avila

Recém chegado
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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Qua 17 Ago 2011, 22:36Responder ao tópico

ola amigos sou do brasil e adoro peixes,com toda certeza apoio em tudo o que disseram
sou amador no aquarismo e desde ja fica aqui meu apoio para mudar essa iluzao de que peixes com olhos saltando das orbitas,cores exuberantes sejam naturais,gostaria e muito de ver alguns peixes na sua forma mais selvagem,como o guppy,o proprio betta com suas nadadeiras exoticas que todos acham lindas mas preferiria ver este em seu estado selvagem,nosso hobby esta como a criaçao de caes,animais atrofiados,sem graça e todos achando belo maravilhoso o melhor da raça,nao quero questionar nada mas acho que deveriamos olhar prara o pssado onde tudo era mais simples e uma rusticidade que atraia a todos sem muitas mutaçoes e aberraçoes desculpem se sem querer ofendi aqueles que defendem tais mudanças geneticas mas e o que acho
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renato214

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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Qui 18 Ago 2011, 02:37Responder ao tópico

De tudo o que li, e devendo realçar que foi uma leitura difícil, devido a extensão do mesmo. Irei dar a minha opinião, fazendo lembrar que cada um tem a sua, devendo respeitar a de todos.

Aquilo que me levou a ter aquários e de poder fazer a gestão do mesmo, foi o facto de poder sempre que quiser observar o que a natureza tem de melhor.

Não deveríamos querer de forma alguma olhar para um peixe (ou outro animal) que não seja realmente o que a natureza nos deu.

Infelizmente quando tinha os guppys, devido a uma distracção da não introdução de novo sangue no aquário, começaram a nascer peixes deformados. Tive o cuidado de terminar a linhagem por ali, retirando de imediatos os mesmo para outro aquário.

Deveríamos querer o que a natureza nos dá, e não o que o Homem inventa.

Um aquário serve na minha ideia para um olhar mais pequeno sobre a natureza, dai que todo o aquariofilista se devera preocupar com os níveis de ph, nitritos, amónio etc... porque essencialmente temos que dar aos nossos peixes as condições naturais que eles necessitam.

Na minha conclusão todos aqueles que alteram a genética seja de que animal for, não é com certeza alguém que goste de apreciar a natureza.
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MensagemAssunto: Re: Noções sobre reprodução selectiva   Hoje à(s) 23:28Responder ao tópico

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