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Noções básicas de fertilização

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Diogo Matias
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MensagemAssunto: Noções básicas de fertilização   Dom 21 Fev 2010, 23:54Responder ao tópico

As plantas como qualquer ser vivo necessitam de obter energia para subsistirem e crescerem. No nosso caso, seres humanos, necessitamos de alimentos que ingerimos e convertemos em energia que usamos para o nosso metabolismo, crescimento, locomoção, etc. As plantas obtêm energia através de uma serie de reacções que incluem a fotossíntese e a respiração aerobia. Na fotossíntese as plantas conseguem transformar moléculas de dióxido de carbono em açucares complexos que depois são usados na respiração aerobia para obter energia. Três moléculas são essenciais para estes processos: oxigénio, dióxido de carbono e água. A acrescentar a estes ficam a faltar todos os outros elementos necessários para a formação da complexa estrutura que são as células, que podemos dividir em dois grupos principais: macronutrientes e micronutrientes.

A classificação dos elementos nestes grupos varia conforme as fontes, mas podemos considerar geralmente hidrogénio, carbono, oxigénio, potássio, azoto e fosforo como macronutrientes primários, enquanto o ferro, o cálcio, o magnésio e o enxofre serão macronutrientes secundários. Os restantes nutrientes como cloro, manganês, zinco, cobre, boro e molibdénio são designados micronutrientes ou nutrientes traço.

Tendo em conta a quantidade de cada tipo de nutrientes que constitui a planta podemos inferir quais as necessidades relativas de cada nutriente para o correcto desenvolvimento desta (figura 1):


Figura 1 - Percentagens relativas de macro e microelementos numa planta seca.

Como é notório, hidrogénio, oxigénio e carbono são essenciais às plantas na medida que correspondem só por si a cerca de 80% do peso seco. O hidrogénio é em geral obtido pela fotólise da água, o oxigénio é obtido a partir do que se encontra dissolvido na água e que em geral é muito abundante, e o carbono é obtido do dióxido de carbono que existe dissolvido na água, mas que em geral existe em pouca quantidade. Logo aqui podemos verificar o primeiro lugar onde podemos actuar para ajudar as plantas a crescerem mais rapidamente e mais saudáveis: injecção de dióxido de carbono na coluna de água.

Outros elementos que devemos sempre disponibilizar para as plantas são o potássio, azoto e fosforo, usados no aquário pelas plantas sobre a forma de potássio iónico (K+), nitratos (NO3) e fosfatos (PO4). Além destes também é importante ter em conta os níveis de ferro, magnésio e cálcio (sendo que o enxofre é geralmente fornecido em quantidade suficiente pela alimentação que damos aos peixes) que devem ser fornecidos regularmente assim como uma pequena dose de micronutrientes.

Um ponto importante a ter em atenção no que toca a fertilização é a noção de factor limitante. Imaginando um aquário em que temos iluminação ideal e com injecção de dióxido de carbono e fertilização com macro e micronutrientes proporcional,teríamos em teoria um crescimento excepcional das plantas (figura 2).


Figura 2 - Situação ideal de fertilização.

Imaginemos agora uma situação diferente em que temos iluminação e injecção de dióxido de carbono ideais, mas escassa fertilização com micro e macronutrientes (figura 3). Aqui verificaríamos provavelmente um crescimento menor da parte das plantas, apesar de termos condições ideias de iluminação e CO2 noaquário. Neste caso o factor limitante de crescimento é a quantidade de macro e micronutrientes disponível na coluna de água para as plantas usarem no seu crescimento.


Figura 3 - Carência em macro e micronutrientes.

Uma ultima situação ainda, para exemplificar como os factores limitantes podem ser determinantes no sucesso de um aquário plantado. Imagine-se um aquário com todos os factores no seu nível ideal mas com uma deficiente fertilização de nitratos. Resultado? O crescimento das plantas fica atrofiado e ocorre em proporção com a quantidade de nitratos disponível no aquário apesar da total disponibilidade dos outros elementos (figura 4)!


Figura 4 - Situação de carência em nitratos.

O objectivo do dono de um aquário plantado é então conseguir obter um equilíbrio perfeito entre estes elementos (iluminação, CO2 e cada um dos nutrientes) de modo a ter um bom crescimento das plantas sem se verificarem carências nutricionais.

A pergunta mais frequente nesta altura será: então quanto devo eu fertilizar?

Entre diferentes fontes há diferentes valores, mas parece ser do consenso geral que valores de Potássio entre 20 e 30 ppm, Nitratos entre 5 e 10 ppm, Fosfatos entre 0.5 e 1 ppm, Ferro entre 0.25 e 0.7 ppm e Magnésio entre 45 e 50 ppm serão adequados para um aquário sem limitações na iluminação e injecção de CO2.

A suplementação de nutrientes pode conseguir-se através do alimento e excreções dos peixes e restantes seres vivos. No entanto, considerando um aquário moderadamente povoado essa fonte de nutrientes é claramente insuficiente para plantas com elevados requisitos e acima de tudo não é uniforme, o que pode enfraquecer as plantas e deixar espaço para o aparecimento de algas. Há por isso que recorrer a diversas fontes artificiais de nutrientes através de fertilização sólida, fertilização liquida e fertilização mista sólida-liquida.

A fertilização sólida consiste numa grande camada de substrato fértil contendo todos os nutrientes necessários ao crescimento das plantas colocada sob uma camada de substrato inerte. Favorece-se assim o crescimento de plantas cuja absorção se dá rapidamente pela via radial. Este método, apesar de simples e de necessitar de pouca intervenção do aquariofilista leva a que a longo prazo estes recursos disponibilizados por via radial acabem por se esgotar e tenhamos de colocar barras de fertilizante ou mesmo optar pela via de fertilização liquida.

A fertilização exclusivamente liquida é um metodo muito mais complexo e que apenas se deve destinar aos aquariofilistas mais experientes e com alguns anos de manutenção de plantas aquaticas. É necessário um bom conhecimento dos requesitos e necessidades das plantas que temos no aquario para ter sucesso neste metodo, no qual, doseamos directamente na coluna de água os nutrientes que sabemos serem ideais para o bom desenvolvimento das plantas.

O processo misto é talvez o mais indicado para qualquer aquariofilista, visto que o substrato fértil permite um forte arranco para as plantas com absorção maioritariamente radial ao mesmo tempo que permite completar lacunas de nutrientes na coluna de água com a respectiva fertilização liquida.

A fertilização liquida não é uma ciencia propriamente exacta e que por mais que se escrevam regras e traços gerais para este procedimento, é muito provavel que aquarios diferentes exijam diferenças nas suas rotinas de fertilização, pelo que devem recorrer a este texto, não como um guia exacto, mas como um conjunto de ideias e noções necessárias à compreensão do processo de fertilização liquida em si.

Se num aquário não plantado, os níveis de nutrientes devem estar perto do zero, num aquario plantado, passa-se o contrario. Os macro e micronutrientes devem apresentar-se no aquário nos níveis mínimos essenciais, relacionados com a velocidade de consumo destes nutrientes pelas plantas, de modo a que as plantas nunca tenham carências de qualquer nutriente e assim cresçam sempre saudáveis. Quando se verificam desiquilibrios nos níveis de nutrientes, acontecem geralmente duas coisas: as plantas sofrem dessa carencia, abrandando o seu crescimento (e aqui é importante relembrar a noção de factor limitante) e esta diminuição na velocidade de crescimento é muitas vezes aproveitada pelas algas para proliferarem. Daí ser tão importante manter os nutrientes nos níveis indicados.

Uma questão que surge nesta altura é: como sei eu se os nutrientes estão nos níveis correctos? E é uma das mais importantes questões na fertilização liquida. Geralmente conhecemos os níveis de nutrientes e outros no aquário recorrendo aos típicos testes colorimétricos disponibilizados pela maioria das marcas de aquariofilia. Mas estes testes têm dois problemas essenciais, são caros e muitas vezes não muito rigorosos. No entanto são o melhor meio para conseguirmos ter uma noção da concentração de cada nutriente na coluna de água. A partir daqui é uma questão de medir os níveis e fertilizar com a quantidade de cada nutriente que fica em falta para atingir a concentração recomendada. Mas nada melhor que um exemplo para ajudar à compreensão:

Medi hoje pela manhã o nível de fostatos no meu aquario de 60L efectivos com um teste colorimétrico da marca X. O teste apresentou-se de uma cor azul clara que consultando o folheto que vinha com o teste, indica um valor de cerca de 0,25 ppm de PO4- na coluna de água. Tenho também um fertilizante de hidrogenofosfato monopotássico de concentração 500 ppm (ou mg/L) e pretendo que o aquario fique com uma concentração de 0,5 ppm de PO4-.

Com recurso à formula:


Em que C1 é a concentração da solução fertilizante, V1 o volume de solução que devemos aplicar na coluna de àgua para adicionar a concentração C2 à existente num aquario de volume V2. Calculamos:


E chegamos a conclusão que temos de aplicar 30 ml de fertilizante para subir 0,25 ppm a concentração no aquario para os pretendidos 0,5 ppm.

Vendo as coisas deste modo até parece simples. Medir os níveis no aquario, calcular quanto está em falta e fertilizar em consonancia. No entanto este processo pode tornar-se aborrecido e é muito moroso, já que a maioria dos testes exige algum tempo de espera para estar completo e a medição diaria destes valores seria muito dispendiosa. O que gerelmante ocorre é que o aquariofilista faz um “calculo” do consumo de nutrientes por parte das plantas. Este “calculo” é na verdade uma estimativa da quantidade de cada nutriente consumido pelas plantas existentes no aquario, no intervalo entre fertilizações. Novo exemplo:

Dia 10 da montagem do aquario, mediu-se ~7 ppm de nitratos, fertilizou-se até atingir 10. Dia 11, mediu-se ~8 ppm de nitratos, fertilizou-se até atingir 10 ppm. Dia 12 do aquario, mediu-se ~6 ppm de nitratos e fertilizou-se até 10 ppm…

Nestes dias verificou-se que a concentraçao de nitratos necessária subir na coluna de agua seria sempre de cerca de 3 ppm em média. Por isso o aquariofilista podia começar sem grandes medos a fertilizar 3 ppm por dia sem recorrer a testes, necessitando no entanto de confirmar periodicamente que as necessidades do aquário se mantém as mesmas.

Existem inúmeras técnicas de fertilização, por isso muita pesquisa, alguma tentativa e erro e um controlo rigoroso dos parâmetros do aquário durante a fase de aprendizagem são grandes passos no sentido de um luxuriante aquário plantado!
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kika
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MensagemAssunto: [color=brown]plantas e fertilizante[/color]   Qua 09 Fev 2011, 16:04Responder ao tópico

ola a todos.
comprei plantas para colocar no aquario e fertilizante mas eu estive a fazer alguma pesquisas e notei que em todas diziam que nessesitavam de fundo vivo.
ora se eu so tenho aream sera que da para plantar la tambem?
e o fertilizante que eu comprei foi da ola e notei que as fotos que veem no frasco sao de plantas que nada teem a ver com o aquario eu gostaria de saber se alguem utiliza este fertilizante pois o aquario e para colocar alvins e nao queria que ele morressem .
se alguem me poder ajudar agradecia
obrigada e aguardo resposta
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Diogo Matias
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Qua 09 Fev 2011, 21:44Responder ao tópico

Olá kika.

Em primeiro lugar gostava de te aconselhar a nunca comprar plantas antes de te informares sobre as necessidades das mesmas. Existem diversas plantas que podem ser mantidas num aquário sem fertilização em particular, mesmo entre as que compraste provavelmente algumas delas sobreviverão sem fertilização, apenas mantendo trocas de água habituais.

Este artigo sobre fertilização aplica-se essencialmente a aquários densamente plantados ou com plantas de elevada exigência. Se o que pretendes é um aquário-maternidade, a fertilização é pouco aconselhada.

Em segundo lugar, nunca utilizes fertilizantes que não sejam adequados para aquários. Fertilizantes para plantas terrestres são totalmente proibitivos para utilizar em aquários.

Boa sorte
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kika
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Dom 13 Fev 2011, 23:02Responder ao tópico

obrigado pela ajuda. o fertilizante ja sei que é para plantas de vasos e não para aquarios lol
fui induzida em erro ainda bem que não o coloquei na agua .
mas sendo assim é melhor não colocar fertilizante por causa dos alvins correcto!
o meu aquario nao funciona como maternidade mas sim como berçario :-)
eu tenho um aquario com os peixes adultos e lá tambem esta a maternidade as femeas cheias teem as crias lá depois separoas para o outro aquario, pois assim não se habituam ao niveis da agua e sobrevivem melhor no berçario tenho somente os alvins, na agua só tenho um filtro e num fundo do mesmo, coloquei uma meia de vidro para não haver perigos de serem sugados ha e um termoestato de resto estão fantasticos até faz doer a vista de tanto os admirar lol
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o meu aquario
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Seg 10 Out 2011, 13:05Responder ao tópico

Boa tarde.

Estive a ler este artigo a fim de me relembrar de algumas informações. De acordo com os gráficos, o que eu não entendo é, se existem plantas com necessidades e exigências diferentes e muitas não precisam de injecção de CO2, gostaria de saber, de que forma podem entao ser compensados através dos outros elementos (iluminação e nitratos), essas mesmas exigências. Isto é, num aquario com plantas pouco exigentes e de crescimento, como é que justifico a presença de folhas amarelas, ou crescimento lento, partindo do principio que a iluminação é suficiente? Se a fertilização são para aquarios densamente plantados como disse o Diogo Matias, a iluminação e o equilibrio natural do aquario são o necssário para a manutenção das plantas?

Desculpem se não me expliquei com clareza.

Agradeço as vossas respostas.
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o meu aquario
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Qui 13 Out 2011, 18:53Responder ao tópico

Olá.

Podem ajudar-me em relação à pergunta anterior?
Obrigada.
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FillipeSMoraes
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MensagemAssunto: Substrato fértil   Ter 15 Nov 2011, 20:11Responder ao tópico

Pessoal boa noite,
gostaria de uma ajuda de vocês ! Tenho um aquário de 120 lts comunitário e quero fazer dele um plantado, venho pesquisado bastante para realizar a troca, mas sempre é bom trocar informações com pessoas mais experientes no assunto. Então gostaria de perguntar se alguém sabe qual é o melhor e com preço mais em conta de substrato fertil para iniciar o plantado? E quantos quilos de substrato necessito para 120 lts?
Aproveito para perguntar se alguem sabe tambem aonde encontro uma boa loja boa para comprar plantas localizada no Rio de Janeiro?

Grande abraço à todos
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robertocsb
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Sab 14 Jan 2012, 23:21Responder ao tópico

Fillipe te posso ajudar nas dicas que conheço de lojas muito boas para plantas:

1- Smartfish (muito bom, plantas lindas)

R Senador Bernardo Monteiro, 18 - Benfica tel: 3860-8691

2 - Petshopnoar
rua haddock lobo, 454 - Tijuca

www.petshopnoar.com.br

3- Aquário Hobby(só os atendentes que não muito simpáticos por lá...)
Rua 7 de Setembro, 88 lj K- Centro
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yunyasha
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Qui 09 Maio 2013, 18:06Responder ao tópico

Eu tenho apenas uma planta anubis e um musgo, gostava de saber se precisa de fertilizante e se nao, caso colocasse poderia cusar algum desequilibrio?
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Pedro Santos
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Qui 09 Maio 2013, 18:42Responder ao tópico

Boas!

Todas as plantas precisam de nutrientes para sobreviver, tal como qualquer ser vivo!

As anúbias são plantas menos exigentes, ou seja, conseguem ser mantidas em ambientes com poucos nutrientes.

Os nutrientes que existem naturalmente na água e os que se formam durante o ciclo dos aquários PODE ser suficiente e não necessitares de fertilização adicional.

No entanto, cada caso é um caso!

Abraço!
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yunyasha
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Qui 09 Maio 2013, 20:21Responder ao tópico

bom tendo em conta o meio ambiente do meu aqua, enquanto eu nao tiver mais peixes e plantas nao preciso fertilizar , tanto a anubis quanto o musgo ( bem acho que o musgo n precisa mesmo)
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MensagemAssunto: Re: Noções básicas de fertilização   Responder ao tópico

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