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Apistogramma Hippolytae - Kullander 1982 - A 135 Wild Form

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Ricardo A. Silva
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MensagemAssunto: Apistogramma Hippolytae - Kullander 1982 - A 135 Wild Form   Qui 05 Nov 2009, 17:31Este Tópico está bloqueado. Você não pode editar as mensagens ou responder.

APISTOGRAMMA HIPPOLYTAE

"América do Sul: bacia do rio Amazonas, no meio de drenagem do Rio Negro (próximo a bocas de rios e Urubaxi Daraã), e do Lago de Manacapuru, no Brasil."

O Apistogramma Hippolytae, a par dos outros pequenos anões,são relativamente fáceis de reproduzir, no entanto, têm alguns requisitos, apara haver sucesso.

O mais importante será um aquário no minimo 60x30x30, um aquário bem plantado e com esconderijos. O Musgo de Java será importante, para criar microorganismos importantes para os alevins.

A qualidade da água, no meu ver, penso ser o factor mais importante, pois com a água que existe a sair de certas zonas geográficas em Portugal, na minha sai a 7.5, o melhor é filtrar a água com Turfa e carvão activado para retirar o máximo de cloro, isto para ter uma água com um ph a rondar os 5.5.

As mudanças de água devem ser o máximo semelhantes á água que está no aquário em questões de temperatura e ph, pois estes pequenos recentem choques térmicos e de ph.

Depois que formarem casal, a fêmea "fecha" a entrada do esconderijo. O macho nada próximo para manter a segurança. Qualquer peixe que chege perto da caverna, irá ser afastando pela significativa agressividade deste pequenote.

Pões até 150 /200 ovos. Enquanto a fêmea não abandona o esconderijo, o macho paira por perto, mantendo sempre a segurança até nascerem os pequenos, em que, se tivermos atenção notamos perfeitamente o nervosismo do macho, nadará mais depressa e a agressividade para os outros aumenta.
A fêmea ao fim de 5/8 dias, sai do esconderijo com uma nuvem de alevins, já sem saco vitelino, sendo que, obrigatóiamente terão de ser alimentados pela nossa mão.
Se existirem microorganismos no Musgo de Java, podemos oferecer comida 2 vezes ao dia, caso contrário, umas 5 vezes será o suficiente e no meu ver, Artémia recem eclodida será o alimento mais proteico neste momento de tanta necessidade.


Por fim, as condições que acho necessárias não idiais.

Ph - 5.5
Condutividade - 130 ppm's
Kh - < 2
Gh - < 4
Temperatura 28º C

O registo fotográfico não é o melhor, tentarei colocar fotos melhores assim que possivel....







Escrito por Ricardo A. Silva e atualizado por Equipapeixefauna
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